a Sra. Dona Aninhas já mora no castelinho em Euston, e como não poderia deixar de ser fui visitá-la.

chego a Victoria por volta das 20 horas, depois de uma viagem entretida a ler o Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (felizmente o Ford e o Arthur já regressaram à sua linha temporal, consequência de um glitch no vortex espaço/tempo).
apanho o tube até Euston e vou lavando as vistas pelas catacumbas londrinas enquanto procuro o pote d’ouro no fim do arco-íris.
já passada a ponte levadiça, encontro a Sra. Dona Ana com o seu bom humor habitual!

na minha inocência pueril contava com um jantar magnificente à base de bacalhau e com umas quantas odaliscas a esfregarem-me óleo Johnson nas costas. tive azar, acabamos por ir jantar a um indiano onde (pasmem-se) podíamos beber do nosso vinho préviamente comprado no Marks&Spencers (pagava-se uma módica quantia por cada garrafa aberta). odaliscas nem vê-las.

sábado bateu a onda consumista e fomos passear a Covent Garden.
no final do dia acabámos por ir parar a uma festa de uns amigos de amigos. festa animada, bom jantar, muita bebida e conversa. saímos de lá por volta das 6 da matina. ora o tube só abria às 7 e tal e como tinha um “london A-Z” no bolso por estrear decidimos ir a pé. a Aninhas tratava das direcções porque eu não estava capaz.

a aninhas depois de ter destruido os 50.000 exemplares do The Sun à porta da papelaria

demorámos cerca de 2 horas a chegar ao castelinho (4 milhas) … é preciso estar-se muito bêbado para fazer isso!

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No domingo não chegámos a ver o sol.
foi um fim de semana saudável.